sábado, 12 de abril de 2014
GUERREIROS DA HATMO: Marquinhos deixa uma lição aos doadores
A presidente da Hatmo, Rosali Cortez, explica que no Brasil não há esclarecimento e apoio suficiente aos possíveis doadores. Segundo ela, em outros países, os doadores recebem uma ajuda de custo para a realização de exames. “Quando a pessoa é compatível com alguém ela precisa fazer vários exames para saber se o estado de saúde permite que ela doe. Esses exames, no Brasil, são feitos pelo Sus ou por conta do doador. Não há uma ajuda e há custos. Se for uma pessoa humilde, que não tem carro, por exemplo, tem o custo da locomoção, de um lanche, e tudo corre por conta do doador”, disse Rosali.
Mônica Andrea acredita que também falta apoio psicológico ao doador. “Se uma pessoa tem morte cerebral, por exemplo, rapidamente assistentes sociais e psicólogos começam a atuar junto aos familiares para que os órgãos sejam doados. Por que isso não é feito também com um possível doador? Por que quando uma pessoa é comunicada de que é compatível com alguém que precisa de medula óssea não é feito um trabalho de conscientização? A medula óssea também é vital. Por que não dão a mesma importância?”.
Leia a matéria do G1 na íntegra em http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2014/04/cancer-nao-espera-diz-mae-de-garoto-que-morreu-aguardando-medula.html
Assista o vídeo do RNTV na íntegra em http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/rntv-1edicao/videos/t/edicoes/v/apos-desistencia-de-doador-crianca-que-esperava-medula-morre-no-rn/3260699/
E NÃO DEIXE DE IR AO HEMOCENTRO mais próximo de sua casa se cadastrar como doador de medula óssea! Explique para os seus amigos e familiares!
Em Natal o Hemonorte fica na Avenida Almirante Alexandrino de Alencar, 1800 - Tirol, telefones (84) 3232-6702 e 3232-6767, e funciona de segunda à sábado das 7h às 18h.
Para ser um voluntário da Hatmo entre em contato pelos telefones (84) 9990-0811 ou 3217-6491.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Transformar a dor em luta: "O Câncer não espera"
“Quando eu recebi a notícia da desistência do doador eu vi que estava perdendo um pouquinho do meu filho. Primeiro veio a revolta, depois o desejo de tentar entender, e em seguida o desespero. E agora? O que fazer? É o chão que se abre, a gente fica sem rumo”, disse Mônica Andrea Xavier, mãe do pequeno Marcos Luiz de Sousa Filho, que agora quer trabalhar para conscientizar as pessoas sobre a importância da doação de medula óssea e lutar para que o poder público atue com mais agilidade nesse processo. “O câncer não espera. Temos dias contados. A morosidade e a burocracia no processo da doação pode ser definitiva para a vida de alguém”, disse. Para encampar essa luta ela conta com o apoio da Associação de Humanização e Apoio ao Transplantado de Medula Óssea no RN (Hatmo).
Leia a matéria do G1 na íntegra em http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2014/04/cancer-nao-espera-diz-mae-de-garoto-que-morreu-aguardando-medula.html
Assista o vídeo do RNTV na íntegra em http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/rntv-1edicao/videos/t/edicoes/v/apos-desistencia-de-doador-crianca-que-esperava-medula-morre-no-rn/3260699/
E NÃO DEIXE DE IR AO HEMOCENTRO mais próximo de sua casa se cadastrar como doador de medula óssea! Explique para os seus amigos e familiares!
Em Natal o Hemonorte fica na Avenida Almirante Alexandrino de Alencar, 1800 - Tirol, telefones (84) 3232-6702 e 3232-6767, e funciona de segunda à sábado das 7h às 18h.
Para ser um voluntário da Hatmo entre em contato pelos telefones (84) 9990-0811 ou 3217-6491
sábado, 22 de março de 2014
RNTV: 'Queria ficar boa', diz criança após doador de medula desistir no RN
Amanda, de 8 anos, é portadora de síndrome de imunodeficiência. No RN, 22 pessoas estão na fila de espera do transplante de medula.
"Queria ficar boa, ir para casa, brincar com meus amiguinhos, só que estou muito triste", desabafa Amanda, de 8 anos. Portadora de síndrome da imunodeficiência - que enfraquece o sistema imunológico - a menina esteve perto de conseguir a cura, porém o doador que tinha a medula compatível desistiu do transplante. A mesma situação aconteceu com Marcos, de 9 anos, que tem leucemia. A matéria sobre as crianças, que estão internadas em um hospital de Natal, foi exibida nesta sexta-feira (21) pelo RN TV 1ª Edição (veja o vídeo acima).
As crianças são dois dos 22 pacientes que estão na fila de espera do transplante de medula no Rio Grande do Norte. A proporção para se encontrar doador é de um para cada 100 mil pessoas. De acordo com a médica Luciana Correa, a desistência do transplante tem sido cada vez mais comum. A oncologista explica que isso acontece principalmente pela falta de conhecimento sobre as técnicas.
"Você tem basicamente duas formas de fazer. Por uma máquina que faz a coleta de sangue periférica ou a coleta da própria medula óssea. As duas são indolores, não trazem malefícios para o doador, e só trazem benefícios para quem vai receber", afirma.
Para as mães das duas crianças, a sensação é de decepção. "Essa notícia abriu meu chão, me destruiu, mas ainda tenho um sonho, pois acredito em um Deus que tudo pode e ele vai fazer com que essa pessoa volte atrás", diz Ildeni Brandão, mãe de Amanda.
Mônica Xavier, mãe de Marcos, ainda tenta encontrar explicação para o que aconteceu. "Será que é falta de conscientização? Será que falta apoio psicológico? Será que estão sabendo que estão mexendo com vidas, com expectativas de vidas, para desistirem tão fácil assim?", questiona.
"Queria ficar boa, ir para casa, brincar com meus amiguinhos, só que estou muito triste", desabafa Amanda, de 8 anos. Portadora de síndrome da imunodeficiência - que enfraquece o sistema imunológico - a menina esteve perto de conseguir a cura, porém o doador que tinha a medula compatível desistiu do transplante. A mesma situação aconteceu com Marcos, de 9 anos, que tem leucemia. A matéria sobre as crianças, que estão internadas em um hospital de Natal, foi exibida nesta sexta-feira (21) pelo RN TV 1ª Edição (veja o vídeo acima).
As crianças são dois dos 22 pacientes que estão na fila de espera do transplante de medula no Rio Grande do Norte. A proporção para se encontrar doador é de um para cada 100 mil pessoas. De acordo com a médica Luciana Correa, a desistência do transplante tem sido cada vez mais comum. A oncologista explica que isso acontece principalmente pela falta de conhecimento sobre as técnicas.
"Você tem basicamente duas formas de fazer. Por uma máquina que faz a coleta de sangue periférica ou a coleta da própria medula óssea. As duas são indolores, não trazem malefícios para o doador, e só trazem benefícios para quem vai receber", afirma.
Para as mães das duas crianças, a sensação é de decepção. "Essa notícia abriu meu chão, me destruiu, mas ainda tenho um sonho, pois acredito em um Deus que tudo pode e ele vai fazer com que essa pessoa volte atrás", diz Ildeni Brandão, mãe de Amanda.
Mônica Xavier, mãe de Marcos, ainda tenta encontrar explicação para o que aconteceu. "Será que é falta de conscientização? Será que falta apoio psicológico? Será que estão sabendo que estão mexendo com vidas, com expectativas de vidas, para desistirem tão fácil assim?", questiona.
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| Amanda é portadora de síndrome de imunodeficiência (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi) |
sábado, 8 de março de 2014
Dia da Mulher: exemplo de luta, solidariedade e muito amor
A nova mulher foge do estereótipo feminino de fragilidade e se torna sinônimo de força, luta e conquistas
Não é segredo para ninguém que a mulher da atualidade é mãe, esposa, profissional, dona de casa e realiza as mais diversas tarefas ao longo do dia. Ser dinâmica e também multifacetada pode ser um dos mistérios do sexo feminino, mas o que é unânime é a capacidade deste ser em unir características distintas como delicadeza e força. No Dia Internacional da Mulher, comemorado neste sábado, oito de março, O Jornal de Hoje foi em busca de uma mulher que tem uma história marcada por lutas, perseverança e superação.
Rosali Cortez, presidente da Hatmo/RN, grupo de voluntários que atuam no trabalho de Humanização e Apoio ao Transplantado de Medula Óssea no Rio Grande do Norte, é um bom exemplo deste perfil. Ainda durante a infância, em Goiás, ela conheceu bem de perto exemplos de solidariedade. Seus pais eram missionários e diariamente praticavam ações pautadas na caridade e ajuda ao próximo. “Sempre tive estes exemplos dentro de casa.
Lembro que meu pai ajudava pessoas nas ruas e teve uma história que me marcou. Tinha um rapaz pedindo dinheiro para uma passagem de ônibus e meu pai deixou ele dentro do ônibus em direção ao destino escolhido. Só que logo depois meu pai viu o rapaz descendo do ônibus e foi até ele e disse: ‘Deus não quer que você faça isso, que seja um mentiroso. E foi então que o rapaz aprendeu a lição’. Com esta situação, também aprendi que devemos ser solidários, mas sempre ensinar a pescar, e se formos doar, temos que acompanhar esta doação”, disse Rosali.
Já no início da vida adulta, a determinada jovem iniciou sua vida acadêmica e cursou pedagogia, música e terapia holística. E foi dentro de um hospital, em Salvador, com um violão nos braços, que ela teve a certeza que sua vida teria como um dos principais focos a prática de ações voluntárias. “Uma vez toquei no hospital e o médico chegou para mim e disse que naquele dia ninguém estava precisando de remédios para a dor. Foi ali que vi o meu caminho”, contou.
A voluntária ainda relata que há cerca de 10 anos estava no Hospital Varela Santiago, em Natal, e uma menina de nove anos de idade, que sofria de leucemia, perguntou se ela era doadora de medula óssea. “O que mais me chamou a atenção é que na hora a garotinha também disse que eu poderia ser compatível com ela e a minha doação poderia salvar a vida de alguém. Corri para o Hemonorte e me cadastrei. Esta menina morreu, mas antes de falecer me fez um pedido para continuar ajudando os seus amigos, que sofriam de leucemia. Foi assim que vimos que este apoio tinha que ter uma estrutura, um suporte e, principalmente, no processo do transplante. Desta forma, surgiu o trabalho da Hatmo”, explicou Rosali.
A Hatmo RN iniciou as atividades há cinco anos e é formada por um grupo de voluntários que presta apoio e busca dar um tratamento humanizado à vida dos pacientes com leucemia. Atualmente são assistidas 120 crianças e há 75 adultos cadastrados. Além do apoio emocional e auxílio no processo do transplante, a Hatmo também presta assistência aos pacientes e famílias através doação de cestas básicas.
“A Hatmo tem coração, tem pessoas, mas não tem sede. Atuamos em vários países e quem faz tratamento em outros estados e fora do Brasil tem o apoio necessário. Não somos a favor do assistencialismo, pois o que precisamos é de mudanças nas políticas públicas para melhorar a situação das pessoas que vivem com câncer no Brasil. Pessoas famosas como os atores Reynaldo Gianecchini e Drica Moraes foram transplantados rapidamente, mas a realidade é que o processo que vai desde o cadastro no Hemonorte, no Redome, até o transplante em si, é muito lento, quando tem que ser é para ontem, porque são vidas que não podem esperar. Vemos tanto dinheiro envolvido no futebol, no carnaval, mas é preciso que o governo olhe para a saúde, porque as pessoas estão morrendo. Corremos atrás de exames para os pacientes, até tiramos do nosso próprio bolso, mas é desumano pagarmos particular enquanto o Governo é que é o responsável”, lamentou.
Dentro das atividades desenvolvidas pelos voluntários, há o estímulo ao uso de produtos naturais, sem agrotóxicos, como um auxiliar no tratamento do câncer. Plantas como o Crajirú e sucos de graviola e couve com limão são algumas das opções sugeridas por Rosali Cortez. “Quando algumas mães de pacientes estão tristes, elas mexem na horta e melhoram. Também tenho o sonho de construir hortas em hospitais. Têm lugares que as crianças tomam a quimioterapia em jardins, contemplando a natureza”, revelou.
MISSÃO
Com 30 anos de voluntariado e cursando atualmente medicina psicossomática e psicanálise, Rosali explica que a prática de benfeitorias ao próximo surgiu na sua vida como uma missão. “Acredito que o sentido da vida é cumprir uma missão. Sou mãe para muitos filhos e até mãe de mãe de pacientes. Tem pessoas que acham que ser voluntário é para quem está desocupado ou passou por algum trauma. Mas para ser voluntário basta ter boa vontade, um bom coração e um espírito de luta. Digo para as mães de pacientes não chorarem, porque o choro não cura. O que cura é a alegria, a vontade de viver e um sorriso espanta todo o mal. Pensava que todos deveriam ser fortes como eu, que fico até o fim, cantando até no leito de morte de algum paciente. Sei que a pessoa que morre vê a glória de Deus. Mas se ela é curada, todos nós é que vemos a Glória de Deus, que é a cura”.
CONSCIENTIZAÇÃO
Uma das principais dificuldades relatadas pela dirigente da Hatmo ainda é a falta de conscientização da sociedade sobre o ato de doar medula óssea. Para Rosali, a maior parte das pessoas acha que não vai ter a doença e não se preocupa com o todo. “Há um estigma que a doação de medula óssea é invasiva. A coleta é feita na área da bacia e não na coluna. O incômodo é passageiro, mas vale uma vida toda e pode salvar vida. Temos que ser imitadores de Cristo. Costumo usar a expressão “dízimo do sangue”, já que se pode doar até 10% do sangue. Temos que doar sangue, plaquetas, medula óssea, voluntariado, objetos e praticar o desapego. Há pessoas que vão doar com medo, mas saem renovadas e se sentem mais de Deus. Também sinto isso” declarou.
A aguerrida mulher, que não mede esforços para continua a sua batalha em prol dos transplantados de medula óssea, também reforça a importância de ocupar o tempo com pensamentos e atividades sadias. “Não devemos ter tempo para a doença. A mulher tem que ser dinâmica, ter tempo para o amor, para o esposo, para o trabalho, para os amigos, para ser solidária. Deus nos deu tempo para que a gente aproveite e saiba dividi-lo para tudo. Viajo, passeio, vou para shows, mas sigo o exemplo de Cristo, que nos ensinou o caminho da solidariedade”, pontuou.
FONTE: http://jornaldehoje.com.br/dia-da-mulher-exemplo-de-luta-solidariedade-e-muito-amor/
Não é segredo para ninguém que a mulher da atualidade é mãe, esposa, profissional, dona de casa e realiza as mais diversas tarefas ao longo do dia. Ser dinâmica e também multifacetada pode ser um dos mistérios do sexo feminino, mas o que é unânime é a capacidade deste ser em unir características distintas como delicadeza e força. No Dia Internacional da Mulher, comemorado neste sábado, oito de março, O Jornal de Hoje foi em busca de uma mulher que tem uma história marcada por lutas, perseverança e superação.Rosali Cortez, presidente da Hatmo/RN, grupo de voluntários que atuam no trabalho de Humanização e Apoio ao Transplantado de Medula Óssea no Rio Grande do Norte, é um bom exemplo deste perfil. Ainda durante a infância, em Goiás, ela conheceu bem de perto exemplos de solidariedade. Seus pais eram missionários e diariamente praticavam ações pautadas na caridade e ajuda ao próximo. “Sempre tive estes exemplos dentro de casa.
Lembro que meu pai ajudava pessoas nas ruas e teve uma história que me marcou. Tinha um rapaz pedindo dinheiro para uma passagem de ônibus e meu pai deixou ele dentro do ônibus em direção ao destino escolhido. Só que logo depois meu pai viu o rapaz descendo do ônibus e foi até ele e disse: ‘Deus não quer que você faça isso, que seja um mentiroso. E foi então que o rapaz aprendeu a lição’. Com esta situação, também aprendi que devemos ser solidários, mas sempre ensinar a pescar, e se formos doar, temos que acompanhar esta doação”, disse Rosali.
Já no início da vida adulta, a determinada jovem iniciou sua vida acadêmica e cursou pedagogia, música e terapia holística. E foi dentro de um hospital, em Salvador, com um violão nos braços, que ela teve a certeza que sua vida teria como um dos principais focos a prática de ações voluntárias. “Uma vez toquei no hospital e o médico chegou para mim e disse que naquele dia ninguém estava precisando de remédios para a dor. Foi ali que vi o meu caminho”, contou.
A voluntária ainda relata que há cerca de 10 anos estava no Hospital Varela Santiago, em Natal, e uma menina de nove anos de idade, que sofria de leucemia, perguntou se ela era doadora de medula óssea. “O que mais me chamou a atenção é que na hora a garotinha também disse que eu poderia ser compatível com ela e a minha doação poderia salvar a vida de alguém. Corri para o Hemonorte e me cadastrei. Esta menina morreu, mas antes de falecer me fez um pedido para continuar ajudando os seus amigos, que sofriam de leucemia. Foi assim que vimos que este apoio tinha que ter uma estrutura, um suporte e, principalmente, no processo do transplante. Desta forma, surgiu o trabalho da Hatmo”, explicou Rosali.
A Hatmo RN iniciou as atividades há cinco anos e é formada por um grupo de voluntários que presta apoio e busca dar um tratamento humanizado à vida dos pacientes com leucemia. Atualmente são assistidas 120 crianças e há 75 adultos cadastrados. Além do apoio emocional e auxílio no processo do transplante, a Hatmo também presta assistência aos pacientes e famílias através doação de cestas básicas.
“A Hatmo tem coração, tem pessoas, mas não tem sede. Atuamos em vários países e quem faz tratamento em outros estados e fora do Brasil tem o apoio necessário. Não somos a favor do assistencialismo, pois o que precisamos é de mudanças nas políticas públicas para melhorar a situação das pessoas que vivem com câncer no Brasil. Pessoas famosas como os atores Reynaldo Gianecchini e Drica Moraes foram transplantados rapidamente, mas a realidade é que o processo que vai desde o cadastro no Hemonorte, no Redome, até o transplante em si, é muito lento, quando tem que ser é para ontem, porque são vidas que não podem esperar. Vemos tanto dinheiro envolvido no futebol, no carnaval, mas é preciso que o governo olhe para a saúde, porque as pessoas estão morrendo. Corremos atrás de exames para os pacientes, até tiramos do nosso próprio bolso, mas é desumano pagarmos particular enquanto o Governo é que é o responsável”, lamentou.
Dentro das atividades desenvolvidas pelos voluntários, há o estímulo ao uso de produtos naturais, sem agrotóxicos, como um auxiliar no tratamento do câncer. Plantas como o Crajirú e sucos de graviola e couve com limão são algumas das opções sugeridas por Rosali Cortez. “Quando algumas mães de pacientes estão tristes, elas mexem na horta e melhoram. Também tenho o sonho de construir hortas em hospitais. Têm lugares que as crianças tomam a quimioterapia em jardins, contemplando a natureza”, revelou.
MISSÃO
Com 30 anos de voluntariado e cursando atualmente medicina psicossomática e psicanálise, Rosali explica que a prática de benfeitorias ao próximo surgiu na sua vida como uma missão. “Acredito que o sentido da vida é cumprir uma missão. Sou mãe para muitos filhos e até mãe de mãe de pacientes. Tem pessoas que acham que ser voluntário é para quem está desocupado ou passou por algum trauma. Mas para ser voluntário basta ter boa vontade, um bom coração e um espírito de luta. Digo para as mães de pacientes não chorarem, porque o choro não cura. O que cura é a alegria, a vontade de viver e um sorriso espanta todo o mal. Pensava que todos deveriam ser fortes como eu, que fico até o fim, cantando até no leito de morte de algum paciente. Sei que a pessoa que morre vê a glória de Deus. Mas se ela é curada, todos nós é que vemos a Glória de Deus, que é a cura”.
CONSCIENTIZAÇÃO
Uma das principais dificuldades relatadas pela dirigente da Hatmo ainda é a falta de conscientização da sociedade sobre o ato de doar medula óssea. Para Rosali, a maior parte das pessoas acha que não vai ter a doença e não se preocupa com o todo. “Há um estigma que a doação de medula óssea é invasiva. A coleta é feita na área da bacia e não na coluna. O incômodo é passageiro, mas vale uma vida toda e pode salvar vida. Temos que ser imitadores de Cristo. Costumo usar a expressão “dízimo do sangue”, já que se pode doar até 10% do sangue. Temos que doar sangue, plaquetas, medula óssea, voluntariado, objetos e praticar o desapego. Há pessoas que vão doar com medo, mas saem renovadas e se sentem mais de Deus. Também sinto isso” declarou.
A aguerrida mulher, que não mede esforços para continua a sua batalha em prol dos transplantados de medula óssea, também reforça a importância de ocupar o tempo com pensamentos e atividades sadias. “Não devemos ter tempo para a doença. A mulher tem que ser dinâmica, ter tempo para o amor, para o esposo, para o trabalho, para os amigos, para ser solidária. Deus nos deu tempo para que a gente aproveite e saiba dividi-lo para tudo. Viajo, passeio, vou para shows, mas sigo o exemplo de Cristo, que nos ensinou o caminho da solidariedade”, pontuou.
FONTE: http://jornaldehoje.com.br/dia-da-mulher-exemplo-de-luta-solidariedade-e-muito-amor/
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Não Há Glória sem Lutas - Waldemar Neto
O livro “Não há glória sem lutas”, conta a história de vida de Waldemar Neto, com memórias vão dede a sua infância, passando pela descoberta do câncer. Um jovem de apenas 24 anos que, entre curas e recaídas há doze anos luta contra uma enfermidade tão traiçoeira.

A princípio é uma autobiografia, mas também acaba cumprindo uma função informativa, pois, através das experiências vividas por ele no enfrentamento da doença, informa a sociedade sobre os diversos tipos de neoplasias, formas de tratamentos e dicas sobre os direitos dos pacientes.
Também cumpre uma função de autoajuda, pois neste livro, através de sua trajetória, ele trás lições que fazem refletir de um modo especial, sobre o verdadeiro sentido da palavra vida, mostrando também que valores como a fé, amor, a força da família, aliados com grandes amizades, podem transformar vidas, assim como transformou a sua.
SEMPRE ALUNO WALDEMAR NETO LANÇA LIVRO NO NEVES

Mostrando à todos a sua vitória após as dificuldades que enfrentou na luta contra o câncer, o Sempre Aluno Waldemar Neto, de 24 anos, lançou o seu primeiro livro, na última sexta-feira (21), no Colégio das Neves. Intitulada “Não há glórias sem lutas”, a edição começou a ser escrita em 2011, mas as ideias já estavam em um esboço, iniciado em 2009. A proposta de contar a sua história começou quando Waldemar teve uma recaída de um câncer, que apareceu quando ele ainda estudava no Neves.
Mais do que uma narrativa, o livro serve para que pessoas que vivem os mesmos momentos que ele passou, possam ter fé e acreditem num futuro melhor e cheio de esperança. O lançamento, que teve início às 18h, aconteceu no largo da capela da escola e os livros foram expostos para compra e autógrafos. Funcionários, professores, ex-alunos e alunos estiveram presentes para prestigiar o jovem.
O hoje estudante do curso de História da UFRN, explicou que o livro serviu como uma forma de transmitir o que sentia e uma motivação para pessoas que estão nas mesmas circunstâncias. “A princípio eu escrevia como forma de desabafo, colocando em linhas o que estava sentindo, a ideia de tornar público tudo isso só veio depois. Queria ajudar aos meus companheiros de luta a passarem por essa batalha de forma mais amena e, também, mostrar para as pessoas que por tão pouca coisa perdem a alegria de viver e pensam em desistir, que as dificuldades não impedem de sermos felizes”, explicou.
Sobre o conteúdo da obra, Waldemar explica que toda a sua vida está ali, desde as dificuldades, até as coisas importantes que ele viveu e com que ele conviveu. “Fala de minha trajetória, com memórias que vão desde a minha infância, inclusive estes primeiros capítulos, ressaltam a importância do Colégio das Neves para minha formação educacional e pessoal.
Tem um enfoque especial para a luta contra o câncer, mostrando como valores como a fé, o amor, as amizades e alegria de viver me ajudaram a enfrentar essa batalha, além disso, traz informações importantes como, direitos dos pacientes com câncer, principais formas de tratamentos e a importância da doação de medula óssea”, contou.
Waldemar Neto se mostrou emocionado durante o lançamento, pois o momento seria, segundo ele, um dos mais importantes da sua vida. Isso porque foram 14 anos de estudo no Colégio das Neves e não haveria lugar mais especial para lançar o livro de sua vida. “É uma conquista, uma realização de um grande sonho e espero que esta semente possa florescer nos corações das pessoas. Minha vida foi nesta instituição. Aqui vivi momentos felizes, e também difíceis, tendo apoio em tudo o que passava.”
Após o lançamento oficial, o Sempre Aluno conversou com os convidados e matou a saudade de um tempo de escola que se foi, revendo pessoas importantes na sua vida e agradecendo pela presença e apoio nas dificuldades que passou.
Adquira este livro na HATMO: (84) 8805-8496.
Conheça outros produtos na Lojinha da Hatmo
FONTE: Colegio das Neves, Câncer Infantil - Juntos Pela Cura, Skoob

A princípio é uma autobiografia, mas também acaba cumprindo uma função informativa, pois, através das experiências vividas por ele no enfrentamento da doença, informa a sociedade sobre os diversos tipos de neoplasias, formas de tratamentos e dicas sobre os direitos dos pacientes.
Também cumpre uma função de autoajuda, pois neste livro, através de sua trajetória, ele trás lições que fazem refletir de um modo especial, sobre o verdadeiro sentido da palavra vida, mostrando também que valores como a fé, amor, a força da família, aliados com grandes amizades, podem transformar vidas, assim como transformou a sua.
SEMPRE ALUNO WALDEMAR NETO LANÇA LIVRO NO NEVES

Mostrando à todos a sua vitória após as dificuldades que enfrentou na luta contra o câncer, o Sempre Aluno Waldemar Neto, de 24 anos, lançou o seu primeiro livro, na última sexta-feira (21), no Colégio das Neves. Intitulada “Não há glórias sem lutas”, a edição começou a ser escrita em 2011, mas as ideias já estavam em um esboço, iniciado em 2009. A proposta de contar a sua história começou quando Waldemar teve uma recaída de um câncer, que apareceu quando ele ainda estudava no Neves.
Mais do que uma narrativa, o livro serve para que pessoas que vivem os mesmos momentos que ele passou, possam ter fé e acreditem num futuro melhor e cheio de esperança. O lançamento, que teve início às 18h, aconteceu no largo da capela da escola e os livros foram expostos para compra e autógrafos. Funcionários, professores, ex-alunos e alunos estiveram presentes para prestigiar o jovem.
O hoje estudante do curso de História da UFRN, explicou que o livro serviu como uma forma de transmitir o que sentia e uma motivação para pessoas que estão nas mesmas circunstâncias. “A princípio eu escrevia como forma de desabafo, colocando em linhas o que estava sentindo, a ideia de tornar público tudo isso só veio depois. Queria ajudar aos meus companheiros de luta a passarem por essa batalha de forma mais amena e, também, mostrar para as pessoas que por tão pouca coisa perdem a alegria de viver e pensam em desistir, que as dificuldades não impedem de sermos felizes”, explicou.
Sobre o conteúdo da obra, Waldemar explica que toda a sua vida está ali, desde as dificuldades, até as coisas importantes que ele viveu e com que ele conviveu. “Fala de minha trajetória, com memórias que vão desde a minha infância, inclusive estes primeiros capítulos, ressaltam a importância do Colégio das Neves para minha formação educacional e pessoal. Tem um enfoque especial para a luta contra o câncer, mostrando como valores como a fé, o amor, as amizades e alegria de viver me ajudaram a enfrentar essa batalha, além disso, traz informações importantes como, direitos dos pacientes com câncer, principais formas de tratamentos e a importância da doação de medula óssea”, contou.
Waldemar Neto se mostrou emocionado durante o lançamento, pois o momento seria, segundo ele, um dos mais importantes da sua vida. Isso porque foram 14 anos de estudo no Colégio das Neves e não haveria lugar mais especial para lançar o livro de sua vida. “É uma conquista, uma realização de um grande sonho e espero que esta semente possa florescer nos corações das pessoas. Minha vida foi nesta instituição. Aqui vivi momentos felizes, e também difíceis, tendo apoio em tudo o que passava.”
Após o lançamento oficial, o Sempre Aluno conversou com os convidados e matou a saudade de um tempo de escola que se foi, revendo pessoas importantes na sua vida e agradecendo pela presença e apoio nas dificuldades que passou.
Adquira este livro na HATMO: (84) 8805-8496.
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FONTE: Colegio das Neves, Câncer Infantil - Juntos Pela Cura, Skoob
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